10 de fevereiro de 2011

Prólogo que virou post

Aconteceu tanta coisa desde a sexta passada, e eu comecei a escrever um texto que deve ser o maior post da história dos blogs. Daí eu estava colocando um prólogo sobre o meu último texto, mas o prólogo também ficou super gigante e então eu achei melhor deixar os dois separados.
Às vezes eu vejo a quantidade de acessos que tenho no blog todos os dias e fico impressionada como tanta gente vem parar aqui. Principalmente porque eu quase nunca recebo comentários. Daí eu penso que o Google serve pra isso, pras pessoas irem parar em páginas que, muitas vezes, nem tem nada a ver com a busca.
Mas eu fiquei super feliz depois do último texto. Porque tanta gente veio conversar comigo, eu recebi uns emails super bacanas, e até fui apresentada para uma pessoa que disse que sempre lia meu blog e adorou o que eu postei. Isso fez com que eu me sentisse menos sozinha. É reconfortante quando as pessoas entendem o que você disse, quando elas se veem retratadas, quando elas ficam aliviadas porque alguém escreveu o que elas viveram. E esse alguém sou eu. Às vezes parece que isso aqui é só um amontoado de letras numa tela em branco, e que só tem significado para mim. Mas eu estou vendo que não é bem assim.
Então, por mais clichê que possa parecer, eu queria agradecer pelas palavras conhecidas e desconhecidas. Todas elas me ajudaram muito nesse tempinho tão curto. Todas elas fizeram com que eu me sentisse acolhida, com a sensação de que tudo fica mais suave quando a gente começa a repartir. E quando a gente reparte, percebe que o mundo é tão grande, que tanta gente sente o que a gente sente e passa pelo que a gente passa. Que tanta gente faz planos e fica perdida quando eles desaparecem. Que tanta gente se sente boba e inocente por colocar um monte de expectativas numa possibilidade. Que tanta gente vê que não está certo e fica quieta, porque mesmo que você tenha razão, as coisas são como são e o mundo vai girando. Que tanta gente acaba, depois de decepcionada e chateada, sendo ainda julgada. Enfim, as histórias sempre se repetem e é bom sentir que a nossa não é exceção. Se por um lado fica a certeza de que o mundo é mesmo um lugar torto, por outro lado fica a certeza de que estamos juntos nessa maluquice.
É isso, leitores conhecidos e anônimos, aparecidos ou ocultos. Muito obrigada por me darem a certeza de que essa brincadeira de escrever pode ser muito útil e importante de vez em quando.


Ah, e o mega post fica pra amanhã.

3 divagações:

Anônimo disse...

Oi Amanda!

Depois de ler esse post, resolvi deixa meu primeiro comentário, sou sua leitora há algum tempo, pra ser sincera não sei bem como conheci o seu blog, mas desde que li pela primeira vez,passei a visitar sempre para ler suas histórias seus pensamentos e me indentifica com algum deles rs....,adoro escreve e já me arrisquei uma vez no meu próprio blog alguns anos atrás, mas o deixei de lado, por medo de dividir minhas histórias com todos, ou por acha que eu era infantil d+, mas sempe achei que dividi minhas histórias ou problemas poderia ajudar alguém e a mim mesma, com as pessoas podendo dividir suas histórias comigo e eu percebendo que existem tantas outras pessoas com o mesmo problema ou história semelhante, vc tem aquela sensação acolhedora, e como vc disse vc não é uma exceção e muitas outras pessoas dividem essa maluquice com vc=], bom acho que isso sempre passo por aqui pra encontra uma história parecida com a minha, e para ler suas histórias que sempre me acrescentam algo.

Bjo
Elizabeth

Anônimo disse...

Leio, não nego, comento sempre que puder.

Amanda disse...

Oi, Elizabeth, que bom conhecer você! Fico feliz que goste daqui, e mais feliz ainda de saber que eu ajudo de alguma forma.
Obrigada pela visita, pelo comentário, e volte sempre! =)