Aconteceu tanta coisa desde a sexta passada, e eu comecei a escrever um texto que deve ser o maior post da história dos blogs. Daí eu estava colocando um prólogo sobre o meu último texto, mas o prólogo também ficou super gigante e então eu achei melhor deixar os dois separados.
Às vezes eu vejo a quantidade de acessos que tenho no blog todos os dias e fico impressionada como tanta gente vem parar aqui. Principalmente porque eu quase nunca recebo comentários. Daí eu penso que o Google serve pra isso, pras pessoas irem parar em páginas que, muitas vezes, nem tem nada a ver com a busca.
Mas eu fiquei super feliz depois do último texto. Porque tanta gente veio conversar comigo, eu recebi uns emails super bacanas, e até fui apresentada para uma pessoa que disse que sempre lia meu blog e adorou o que eu postei. Isso fez com que eu me sentisse menos sozinha. É reconfortante quando as pessoas entendem o que você disse, quando elas se veem retratadas, quando elas ficam aliviadas porque alguém escreveu o que elas viveram. E esse alguém sou eu. Às vezes parece que isso aqui é só um amontoado de letras numa tela em branco, e que só tem significado para mim. Mas eu estou vendo que não é bem assim.
Então, por mais clichê que possa parecer, eu queria agradecer pelas palavras conhecidas e desconhecidas. Todas elas me ajudaram muito nesse tempinho tão curto. Todas elas fizeram com que eu me sentisse acolhida, com a sensação de que tudo fica mais suave quando a gente começa a repartir. E quando a gente reparte, percebe que o mundo é tão grande, que tanta gente sente o que a gente sente e passa pelo que a gente passa. Que tanta gente faz planos e fica perdida quando eles desaparecem. Que tanta gente se sente boba e inocente por colocar um monte de expectativas numa possibilidade. Que tanta gente vê que não está certo e fica quieta, porque mesmo que você tenha razão, as coisas são como são e o mundo vai girando. Que tanta gente acaba, depois de decepcionada e chateada, sendo ainda julgada. Enfim, as histórias sempre se repetem e é bom sentir que a nossa não é exceção. Se por um lado fica a certeza de que o mundo é mesmo um lugar torto, por outro lado fica a certeza de que estamos juntos nessa maluquice.
É isso, leitores conhecidos e anônimos, aparecidos ou ocultos. Muito obrigada por me darem a certeza de que essa brincadeira de escrever pode ser muito útil e importante de vez em quando.
Ah, e o mega post fica pra amanhã.
3 divagações:
Oi Amanda!
Depois de ler esse post, resolvi deixa meu primeiro comentário, sou sua leitora há algum tempo, pra ser sincera não sei bem como conheci o seu blog, mas desde que li pela primeira vez,passei a visitar sempre para ler suas histórias seus pensamentos e me indentifica com algum deles rs....,adoro escreve e já me arrisquei uma vez no meu próprio blog alguns anos atrás, mas o deixei de lado, por medo de dividir minhas histórias com todos, ou por acha que eu era infantil d+, mas sempe achei que dividi minhas histórias ou problemas poderia ajudar alguém e a mim mesma, com as pessoas podendo dividir suas histórias comigo e eu percebendo que existem tantas outras pessoas com o mesmo problema ou história semelhante, vc tem aquela sensação acolhedora, e como vc disse vc não é uma exceção e muitas outras pessoas dividem essa maluquice com vc=], bom acho que isso sempre passo por aqui pra encontra uma história parecida com a minha, e para ler suas histórias que sempre me acrescentam algo.
Bjo
Elizabeth
Leio, não nego, comento sempre que puder.
Oi, Elizabeth, que bom conhecer você! Fico feliz que goste daqui, e mais feliz ainda de saber que eu ajudo de alguma forma.
Obrigada pela visita, pelo comentário, e volte sempre! =)
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